Mostrando postagens com marcador democracia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador democracia. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

MANIFESTO DO PARTIDO SOCIALISTA DA ESQUERDA DEMOCRÁTICA

Somos socialistas. Mas não bastam doutrina e filosofia quando o movimento pendular do Capital destroça boas intenções e conceitos de Bem-Estar, comprovando o quão íntimos são Estado e Apropriação dos bens e do resultado da produção.

Somos socialistas no momento em que a Esquerda tem que redimensionar o papel histórico dos movimentos políticos baseados na hegemonia das classes trabalhadoras no controle do Estado.

Definitivamente, a aliança entre produtores intelectuais e braçais fixa os limites da democracia material, sobre os quais o Estado deve ampliar a tecnoestrutura cidadã do serviço público comprometido com o progresso social. Nesta ótica, a reestruturação industrial e a capitalização do campo estabelecem um novo modo de produção, decorrente dos sujeitos sociais e dos direitos nascidos da necessária redistribuição migratória do povo trabalhador, pois o concentracionismo econômico e financeiro, caso não chegue ao fim, ou acumula tamanha apropriação de riquezas que se imobilizará sob o peso resultante da inércia consumerista e produtiva, ou a alimentação da portentosidade da máquina tributária inviabilizando novos caminhos econômicos e ambientais determinará a permanência do País no bloco intermediário do desenvolvimento, mantido no atraso o capitalismo real operado no Brasil, pois a carga fiscal vampirizante é um dos ingredientes do conservadorismo da elite capiau que domina a apropriação do Capital no modelo brasileiro.

Uma nova realidade exige o estudo do desenvolvimento econômico da História, um estudo que não se esgota em conclusão, mas que é fruto dos movimentos das ruas e das mudanças rurais, o que exige um arco de reformas na estrutura democrática do País, cujos aparelhos ideológicos do Estado humanista que se pretende construir ergam a Educação, a Cultura e a Justiça, como pilares das classes trabalhadoras autônomas na capacidade de gestão e desenvolvimento de um modelo de democracia direta que sem prescindir das raus e das praças, responda pela tecnologia às indagações do ser humano moderno.

Por isso, um socialismo em liberdade e organizado sobre a autonomia política exige um partido inserido no contexto de renovação do pensamento produtivo e auto-crítico. Este partido é o PSED, fruto experiência histórica da esquerda, e da certeza, de que a vitória final dos trabalhadores sobre a exploração do Capital, se dá através da soma das vitórias secundárias com as fundamentais, no arco de alianças trabalhadoras que é a democracia de massas fruto dos sujeitos sociais fundamentadores dos novos direitos, determinados pelo estágio da luta de classes agudizado pela vontade de poder dos que até agora foram oprimidos

CONP